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19 janeiro 2013

"Secretum..."

É com imenso orgulho (como não podia deixar de ser) que vos dou a conhecer o portfolio SECRETUM, do fotógrafo Filipe Lucas Barroso, recentemente publicado na revista italiana Image Mag...



"Le piante hanno tanti segreti...le piante sono molto più che delicati e colorati fiori, contengono affascinanti misteri e abbiamo solo bisogno di arrivare a guardarli da vicino e catturarli in uno scatto. 
Il modo in cui possiamo scoprire il loro intimo dipende dal punto di vista con il quale le guardiamo.
Piccoli dettagli di una foglia, del fiore  o del frutto, arricchiti da nuovi sguardi, possono far fiorire immagini segrete e ambigue"


Porque as plantas são muito mais do que delicadas e coloridas flores, pois todas encerram em si mistérios e segredos, apenas precisamos conseguir observá-los e captá-los. A forma como descobrimos os seus segredos depende da perspectiva de como as observamos. Pequenos detalhes de uma folha, da sua flor ou do seu fruto, ampliados por novos olhares, podem desabrochar secretas e ambíguas imagens. 

05 janeiro 2013

2013...

foto de filipe's glance

O início de 2013 tem sido preenchido com os preparativos para a viagem de regresso a Florença. Um regresso diferente e acompanhada ... 
Em breve, algumas novidades sobre a nossa viagem. :-)

07 setembro 2012

Florença tem outro encanto...


Para mim Florença sempre teve muito encanto, antes de aqui viver era um sonho, quando para aqui vim viver fiquei encantada...Adoro a sua história, artistas, pinturas, ruas, monumentos e a sua vida tão própria...sou uma filha adoptiva sempre enternecida pelo seu calor e a sua luz. Mas também são tantas as vezes que sinto falta de partilhar toda a sua magia com pessoas especiais, com as “minhas pessoas”...


Já tive o prazer de aqui receber familiares e amigos e é sempre com muito gosto que lhes dou a conhecer esta “minha” cidade, que lhes apresento os meus cantinhos e que tento da melhor forma servir de guia das suas histórias e curiosidades...

E nestas férias, Florença voltou a ter mais encanto, recebi a visita da família, na verdade família do Filipe, mas que eu já considero também minha.
E mais uma vez, não só eu, mas também o Filipe (porque também ele já sente um carinho especial por esta cidade) servimos de guia a estas nossas visitas...

Até me perguntam se eu não me aborreço, mas é obvio que não, é sempre muito agradável voltar a passear pelos monumentos e ruas desta cidade, pois com cada nova visita, com cada novo amigo ou familiar, consigo ver as coisas com outros olhos e é sempre um prazer. Mais uma vez, visitei a encantadora Catedral de Santa Maria dei Fiore. E desta vez até tive de adquirir, de forma muito contrariada, a “vestimenta” para lá entrar, mas quem me manda andar com roupa que me alivie do calor (?).




Passeámos e aproveitámos os imensos Jardins de Boboli para um agradável piquenique. Deliciámo-nos com o movimento e som de todas as praças, visitámos o Palazzio Vecchio e pela primeira vez subimos à sua torre (eu própria tenho sempre algo novo para visitar ou conhecer). Admirámos as ourivesarias da Ponte Vecchhio e dela espreitamos o rio Arno.





E enquanto os crescidos se deleitavam com as imensas salas repletas de obras de arte na Galeria dos Ufizzi, consegui finalmente deleitar-me com a companhia do D. na exposição dos Dinossauros – "Dinosauri in Carne e Ossa".



E para finalizar a estadia das visitas, fomos observar as cores e brilhos da cidade que inspirou tantos artistas, observá-la em toda a sua plenitude e do alto, no Piazzale Michelangelo, para contemplar um maravilhoso e sempre diferente por do Sol, assim como aguardar que o Sol desse lugar à Lua e que Florença fosse iluminada por outras luzes e outros brilhos...





Florença tem outro encanto...quando é partilhada, quando coloca brilho não só nos meus olhos, mas igualmente nos olhos das “minhas pessoas”...

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06 setembro 2012

Vacanze - giorno otto...


O nosso oitavo dia de viagem ou como nós gostamos de o chamar - O dia do stress!
Neste dia resolvemos voltar a Porto Santo Stefano para apanhar um barco que nos levasse à Isola di Giglio.




E o stress começou com a dificuldade em encontrar um local de estacionamento para o carro, pois iríamos passar o dia todo na ilha e o mesmo deveria estar num parque de estacionamento seguro e económico. Os parques das companhias que organizavam as viagens até à ilha, estavam lotados e deixar o carro num estacionamento implicava um montante em moedas que nós não conseguimos obter, pois não estava  a ser fácil trocar o dinheiro. Resolvemos então esgotar as moedas que tínhamos e acreditar que conseguiríamos estar junto do carro o mais próximo possível dessa hora...

Carro estacionado, lá fomos nós em direcção do barco, pedimos para regressar no barco das 18:30, que também já estava completamente preenchido, como tal só poderíamos regressar no das 17:30 (ok, até parece que é melhor por causa do estacionamento ! – pensamos nós).

Após uma agradável viagem de barco, alcançámos a ilha de Giglio, uma das sete ilhas que formam o arquipélago Toscano. Muitos pensam que o nome Giglio (= lírio) está associado ao lírio utilizado na heráldica da República de Florença do tempo dos Medicis. O nome desta pequena e montanhosa ilha significa na verdade “ilha da cabra”, pois o seu nome deriva de Aegilium Insula, o nome latino da ilha, uma transliteração para o latim da palavra grega aigýllion ou "pequena cabra".
Esta pequena ilha não se consegue visitar facilmente, apenas alguns barcos alcançam as suas baías e um autocarro, uma dessas baías  - Campese – a maior, a que alberga uma pequena povoação e uma estância turística. E a única que podíamos aproveitar para refrescar e dar uns mergulhos...

Antes de nos deslocarmos até Campese, exploramos um pouco  a região do porto e almoçámos num singular restaurante, que nos atraiu por vermos todas as pessoas a comer dentro das frigideiras.






Após particular e delicioso almoço, partimos em busca do autocarro que nos levaria a Campese. O primeiro que conseguimos, dirigido por um motorista pouco simpático, apenas levava as pessoas de um grupo organizado, ou seja, tivemos de esperar até à chegada de um segundo autocarro, dirigido pelo motorista previdente, que antes de permitir a entrada dos passageiros tecia várias recomendações...
Até aqui tudo bem, lá fomos descontraídos conhecer mais uma agradável praia não libera. Chegada a hora de apanhar o autocarro recomeça o stress, nós a chegar e o autocarro (dirigido pelo motorista pouco simpático) a partir antes do tempo e agora teríamos de esperar pelo próximo o que implicava chegar muito próximo da hora de partida do barco, correndo  o risco de não chegar a tempo...
Chega o novo autocarro, dirigido pelo motorista previdente, e como seria de esperar, pára o autocarro, sai, faz as necessárias recomendações e só depois podemos ir (se tem sido este o anterior motorista, não teríamos perdido o primeiro autocarro)...
A meio caminho, ainda tivemos de respeitar e deixar passar um funeral, o que implicou mais uma paragem e perder mais tempo, e nós só a controlar o relógio. Ao chegar ao local do barco, vimo-lo também a partir, e este era o último, pois o próximo estava lotado como havia referido – e agora?

Sem número de telefone da companhia, sem haver um local de vendas de bilhetes na ilha, entrei novamente em stress e comecei a falar com todos os pontos de informação, guarda costeira, tudo o que me pudesse ajudar ou acalmar... Mas não foi possível, isso só aconteceu quando o outro barco chegou e nos disseram que podíamos regressar nesse.
Entretanto, só conseguíamos pensar que o tempo do estacionamento já havia terminado há muito...




De regresso a Monte Argentario e sem multa no carro, só conseguíamos rir e recordar alguns episódios desse dia, como as recomendações do motorista previdente...
Um pouco mais relaxados aproveitámos a noite para conhecer Porto Ercole, jantar no único restaurante italiano, que conheci até hoje, que não faz café e passear descontraidamente já com o sabor de umas férias que estão quase a terminar...

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04 setembro 2012

Vacanze - giorno sei...


A manhã deste novo dia iniciou-se com um passeio por Pitigliano. Com uma dedicação especial às Vias Cavas, antigas vias de comunicação entre as localizações, utilizadas pelos Etruscos. Fazer caminhadas, seguir os antigos percursos da Etrúria e aproveitar estes singulares locais para diferentes fotografias, assim se passou uma manhã muito profícua em trabalho fotográfico...




Seguimos viagem, sempre com o intuito de fazer o percurso da Etrúria, passando por Saturnia, Sorano, Savona, Manciano, Bolsena... sempre em direcção a Monte Argentario.



Antes de finalizar a viagem e já muito próximo do local onde iríamos passar  a noite, um simpático Agro-turismo, ainda houve tempo para explorar a praia de Talamone. Local que elegemos igualmente para jantar de forma divinal, ainda não falei da comida, mas durante toda a nossa viagem comemos sempre muito bem, nomeadamente pastas com sabor a mar.


Nos próximos dias, iríamos ficar sempre por esta região, com muitas praias e ilhas para pesquisar, mas agora na costa do mar Tirreno.

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02 setembro 2012

Vacanze - giorno quattro...


E como havíamos planeado, no dia seguinte tentámos conhecer as praias de Sirolo, a pérola do Adriático. Esta era a informação que os cartazes da estrada nos fornecia, no entanto, nós não concordamos com este slogan, voltámos a encontrar praias privadas, urbanas e muito movimentadas.
Deixando a costa do mar Adriático dirigimo-nos para Loreto,  uma pequena e peculiar terra, ainda nas Marcas, muito conhecida como local de peregrinação.



E voltámos então às longas viagens de carro, desta vez atravessando os campos da Umbria, para alcançar a terra dos chocolates Baci, a bela cidade de Perugia.
Uma cidade encantadora, considerada um das doze cidades da Etrúria, com ruas labirínticas, edifícios históricos, poços misteriosos e muitas lojas a vender chocolates e gelados...
Mas, o caminho para aqui chegar, cheio de agradáveis paisagens, mas igualmente estradas com muitas curvas, deixou-me impossibilitada de provar estas doces iguarias.




Há muito que tinha ouvido falar desta antiga terra de Etruscos, não fazia ideia é que iria ficar tão entusiasmada com o seu encanto. Constatámos igualmente que parecia ser uma cidade muito jovem, pois em cada rua e cada praça, fomos sempre encontrando variadíssimos grupos de jovens, só não conseguimos perceber se eram mesmo da terra ou simplesmente visitantes como nós.

Tínhamos imensa vontade de ficar mais tempo a conhecer e apreciar esta deliciosa cidade, mas o nosso destino nessa noite era Orvieto, que para mim também se avizinhava uma terra plena de antigos mistérios e de ruelas atraentes. Deixámos então a terra dos Baci, e deslocámo-nos na direcção de Orvieto.

O local que havíamos escolhido para passar a noite, era magnífico, para mim um dos melhores de toda a viagem, Casa Selita. O local além de sedutor, tinha uma proprietária incansavelmente simpática, que nos forneceu todas as indicações necessárias para um primeiro contacto com esta terra de sonho, simpáticos locais para tomar a primeira refeição e sugestões de passeios para a primeira noite.



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31 agosto 2012

Vacanze - giorno due...


Este dia começou com um rápido passeio pelo centro histórico de Pesaro e continuámos a nossa viagem em direcção a Ancona.


Apesar de Ancona ficar na costa, antes de continuar a descer até esta nova localidade, decidimos voltar ao interior para conhecer a terra que viu nascer o brilhante pintor Raffaello,  Urbino.
O centro histórico desta pitoresca cidade, dominada pelo Palazzo Ducale e pela Catedral, foi classificado em 1998, como Património Mundial da Humanidade.
Após passear pelo encantador centro histórico, com alguma dificuldade, devido à inclinação de algumas das ruas, recuperámos forças num restaurante com iguarias típicas da região.



E continuámos viagem pela costa, aproveitando as praias que íamos encontrando, para aliviar o calor e as estradas panorâmicas para admirar a apreciável paisagem...


Terminámos este dia, em busca do bed and breakfast que havíamos marcado, pois o objectivo era no próximo dia explorar simpáticas e atraentes praias de água cristalina na costa de Ancona.

Para mim foi um regresso a Ancona, onde havia passado alguns dias de férias em 2009. Nessa altura passeei na cidade, desta vez pretendia perscrutar os arredores. No entanto, o jantar e o passeio nocturno deste segundo dia foi no centro histórico de Ancona...

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30 agosto 2012

Vacanze - giorno uno...


A ideia era conhecer algumas localidades Italianas e desfrutar de umas férias diversificadas. Não só praia, mas também um pouco de locais com história e campos de agradáveis paisagens.


No nosso primeiro dia de viagem, definimos partir de Florença em direcção à costa do mar Adriático. Atravessando os campos da Toscana, até alcançar uma nova região – Marche (as Marcas).
Deslocámo-nos em direcção a Pesaro, onde iríamos passar a primeira noite, passando por Poppi, Bibbiena e La Verna.



Antes do destino final do primeiro dia, decidimos visitar a praia de Rimini (Emília –Romagna). Onde começámos a ter contacto com as praias não livres, ou seja, as praias que só tem espaço para cadeiras e sombrinhas pagas. E o reduzido “cantinho” libero (livre) localiza-se na parte menos atractiva e menos limpa da praia...


Ao chegar a Pesaro, percebemos que também aqui não existem praias livres, pelo menos foi essa a ideia com que ficamos, pois todas os hotéis eram virados/projectados para o mar e tinham praias privadas.
Mas nesta localidade desenvolveram um agradável percurso junto ao mar, onde se situam bares e restaurantes, local que aproveitámos para um passeio à noite e para conhecer alguns trabalhos de Handmade em “barraquinhas” que ladeavam esse mesmo percurso.

Um primeiro dia passado maioritariamente em viagem, mas sempre em contacto com bonitas paisagens, onde constatámos o contraste de quando se passa dos campos da Toscana, salpicados por Castelos e Catedrais, para uma região mais montanhosa como a Emília- Romagna.




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